terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Sempre de repente.
Ricardo Gondim.

Repentino, desperto poeta de uma palavra que faz pirraça em não parir poesia.
Rabisco, rasgo, corrijo, mas minha tristeza teimosa não se faz verso.
Repasso o passado e sofro a tal saudade que só esmaece a esperança.
Resta sussurrar: - Bem vinda, angústia;
vem, semeia-te em minha alma feito um fiapo de lua.

Soli Deo Gloria.

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